Missões:
Realizar concursos públicos para as 14 carreiras policiais civis, de caráter efetivo.
Ministrar cursos de formação e complementares para os ocupantes de cargos policiais civis.
Pesquisar no campo de ensino de suas atribuições.
Realizar processo seletivo para professor do seu quadro docente.
Editar a revista “Arquivos da Polícia Civil de São Paulo.
Executar outras atividades, no campo de ensino, decorrentes de legislação ou convênio. |
HISTÓRIA
Depois de ocupar vários imóveis, sendo o último um casarão na Rua São Joaquin, 528, no bairro da Liberdade, a Escola de Polícia, já com a denominação de Academia de Polícia, por força do Decreto n° 52.213, de 1969, passou a ter por sede o atual prédio, inaugurado em 11 de maio de 1970, tendo sido resultado de convênio celebrado com a Universidade de São Paulo (USP), na gestão do Dr. José César Pestana, cujo auditório principal tem seu nome.
Em 1975, pelo Decreto n° 6.919, recebe a denominação ACADEPOL e, em 1983, pelo Decreto n° 20.872, esta escola foi elevada à categoria de departamento de Polícia.
Desde 1988, a teor do que dispõe a Lei n° 6.315, a Academia de Polícia denomina-se “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”, em homenagem a um dos seus mais renomados professores - o precursor do ensino da investigação policial no Brasil.
É à Academia de Polícia, desde 1987, que recai o compromisso de guardar o nome dos heróis que foram tombados no cumprimento do dever, em espaço especialmente criado no átrio e denominado “Galeria de Honra”.
Recentemente, em 6 de agosto de 2009, foi inaugurado o Campus II – Mogi das Cruzes, em espaço de 304.358,47 m², destinado pelo Decreto n° 53.083, de 2008.
O novo campus possui dois pavilhões para alojar 250 alunos e 50 professores, com espaço para auditório, copa, cozinha, sanitários. É dotado de locais de aulas sobre preservação de locais de crime, levantamento de vestígios, áreas de treinamento e laboratórios de condicionamento físico, defesa pessoal, direção defensiva e operacional, abordagem policial, gerenciamento de crises, invasão tática e socorros de urgência, laboratório de antropologia biológica (pesquisa dipterológica, entomológica e arqueologia forense nos moldes das “body farm”), com possibilidade de pesquisa em cadáveres com parceria de universidades, entre outros.
A área de armamento e tiro possui seis estandes, que vão de 40 a 60 metros de comprimento, para alcance de armas dos mais diversos calibres e potências. |
ESTRUTURA
A Academia de Polícia tem a seguinte estrutura:
Assistência Policial
Secretaria de Concursos Públicos
Secretaria de Cursos de Formação
Secretaria de Cursos Complementares
Unidade Docente de Administração Policial
Unidade Docente de Criminalística
Unidade Docente de Criminologia
Unidade Docente de Medicina Legal
Unidade Docente de Polícia Administrativa
Unidade Docente de Polícia Judiciária
Congregação, presidida pelo Delegado de Polícia Diretor da Academia de Polícia
Serviço de Apoio Técnico. |
MUSEU DO CRIME : a Academia de Polícia abriga em suas instalações o Museu do Crime de São Paulo, com um respeitável acervo de criminologia e criminalística. Dentre os crimes de maior repercussão representados no museu se encontram casos do “Chico Picadinho”, do “Crime da Mala” e do “Maníaco do Parque”.
A Academia dispõe, também, de coleção de antigas viaturas.
NÚCLEOS NO INTERIOR : a Academia de Polícia oferece cursos complementares no interior, através de seus nove núcleos sediados nas sedes dos Departamentos de Polícia Judiciária de São Paulo interior – (Deinter). |